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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

ENERGIA ALTERNATIVA


O que é Energia Alternativa?

A energia alternativa é uma energia sustentável que deriva do meio ambiente natural. Algumas fontes de energia são "renováveis" na medida em que são mantidas ou substituídas pela natureza. A energia alternativa é obtida através de fontes que são essencialmente inesgotáveis, ao contrário dos combustíveis fósseis, dos quais há uma provisão finita e que não pode ser reposta.

As fontes de energia alternativa incluem as energias solar, vento, água, biomassa, madeira, inútil, geotérmica, entulho, energia termal fotovoltaica, e solar. As fontes de energia não renováveis incluem o carvão, o óleo e o gás natural.

Como funciona a energia alternativa?

Um dos exemplos é a energia solar:

O calor do sol pode ser usado para aquecer a água ou o ar para uso residencial, comercial e industrial. A luz solar também pode fornecer o aquecimento ou ser convertida em electricidade que usa painéis fotovoltaicos (elétrico-solares). Esta electricidade pode ser usada para fazer funcionar uma variedade de aparelhos eléctricos. A energia do sol (luz, calor, ultravioleta) também pode ser convertida em calor usando painéis termo-solares (de aquecimento).

O vento e a água corrente também podem ser usados para gerar electricidade. A energia do vento pode ser armazenada por turbinas eólicas e moinhos de vento para gerar electricidade e bombear a água.

Porque é que a energia alternativa é importante?

A energia é uma contribuição básica em praticamente cada aspecto da actividade pessoal e de negócios. A energia está, de alguma forma, implicada na maior parte de actividades caseiras, como aquecimento, arrefecimento, cozinhados, iluminação, transporte ou o desfrutar de serviços ou produtos que necessitam de energia na sua provisão.

As firmas também usam a energia em praticamente todas das suas actividades, quer seja no processamento ou fabricação de materiais, transporte de mercadorias, aquecimento ou refrigeração de determinada área, fornecimento de serviços de telecomunicação ou accionando computadores. Por conseguinte, a energia é uma parte fundamental da vida na Austrália e o sector energético é um componente essencial da Economia Australiana.

Quais os benefícios do uso de energias alternativas?

Um dos maiores benefícios da energia alternativa é o seu potencial para fornecer fontes de electricidade baratas e limpas. Adicionalmente, há custos reduzidos através da poupança de recursos, aumento de receitas através de eco-eficiências e riscos e custos financeiros reduzidos. A energia alternativa também minimiza a poluição e tem um impacto ambiental positivo de diversas formas, assim, as companhias que decidem usar a energia alternativa realçam o seu capital de reputação e passam a ser considerados cidadãos corporativos socialmente responsáveis.

Benefícios essenciais oferecidos pela energia alternativa

* As energias alternativas são recursos de energia sustentáveis, o que significa que evitam a depleção de recursos naturais das futuras gerações

* As energias alternativas evitam e reduzem emissões de óxido de nitrogénio, emissões de óxido de enxofre bem como emissões de dióxido de carbono

* Limitam o efeito adverso dos preços elevados e flutuantes do gás natural

* Reduzem a dependência de fontes de combustível estrangeiras e energia nuclear

* As energias alternativas podem evitar e reduzir essas emissões para o ar bem como o consumo de água, poluição termal, resíduos, ruído e impactos adversos do uso de terra

* A maior parte de medidas convencionais de redução de emissões em todos os sectores impõe preços sem compensação económica; as energias alternativas, por outro lado, produzem economia de combustível em detrimento das suas vidas operacionais que cobrem parte ou completamente os custos iniciais

* Melhoram a qualidade do ar e a visibilidade devido à combustão reduzida de combustíveis fósseis, evitando custos de conformidade

* Esses benefícios ambientais podem reduzir os custos do cumprimento da futura regulação ambiental e as organizações podem beneficiar estrategicamente de uma vantagem ao serem pioneiras ou de um posicionamento "além-conformidade" em relação à competição.

* As organizações que usam energia alternativa podem reduzir riscos, o que significa evitar uma crise de relações públicas e qualquer questão dispendiosa de "controlo de danos" que dela possa advir.

* A energia alternativa fornece uma nova via para o desenvolvimento económico rural, aumenta a base fiscal, evita a subida ou variação de preços de combustível, reduz a dependência de fontes de energia estrangeiras.

* Os projectos de geração de energia alternativa criam novas indústrias vivas em comunidades locais, frequentemente em áreas rurais, onde a economia não prosperou, contribuindo, por isso, para a sociedade no seu conjunto.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Fazenda solar vai gerar 2.000MW de energia solar e eólica

Distribuída por uma área equivalente a 207 campos de futebol e com capacidade para alimentar 20 mil lares, a fazenda solar do complexo de Okhotnykovo promete fazer da Ucrânia a principal referência de energia limpa da Europa. O projeto é fornecer 2.000 MW de energia renovável a partir de fontes solar e eólica.
A planta é gigante e pretende reduzir a emissão de dióxido de carbono (CO2), um dos gases responsáveis pelo aquecimento global, em pelo menos 80 mil toneladas devido à produção produção de eletricidade de forma ecologicamente correta e renovável.

Até o final deste ano, a fazenda deverá gerar 100 MW/hora. Vale destacar que esta iniciativa vai melhorar ainda mais a posição da Ucrânia no ranking dos países que utilizam energia limpa. Atualmente, o país é o 12º que mais faz uso de energia limpa em todo o planeta, com capacidade instalada de 54 gigaWatts.
O que “sobra” de energia limpa é exportado para Hungria, Moldávia, Polônia, Romênia, Rússia e Eslováquia. Segundo reportagem do portal Planeta Sustentável, “a Agência Estatal de Eficiência e Conservação de Energia da Ucrânia (SAUEEEC) lançou o projeto Okhotnykovo em 2010, com fundos gerados pela venda de créditos de carbono para empresas japonesas”.
Apesar dos altos números apresentados até aqui, o governo ucraniano ainda não está satisfeito. O plano é que até 2015, 30% da energia consumida no país seja de fontes renováveis. “Um projeto dessa escala significa uma mudança radical no desenvolvimento energético europeu”, comentou Kaveh Ertefai, CEO da empresa austríaca Activ Solar, responsável pela administração do projeto.

domingo, 21 de agosto de 2011

Brasil vai transformar umidade do ar em água potável

Por Gilberto Junior em 5 de agosto de 2011
Uma parceria entre a brasileira Solstice e a francesa Eole Water vai combater a seca e levar água para regiões menos favorecidas do Brasil. De acordo com representantes da empresa nacional, o mecanismo a ser implantado é uma turbina eólica que vai liquefazer o vapor d’água. O ar é absorvido por um sifão e a umidade, condensada para a conversão em água, reproduzindo um fenômeno semelhante ao que ocorre no céu durante a formação das nuvens, que acabam transformando o ar em chuva.

Em seguida, a água coletada do ar é “tratada mecanicamente e armazenada conforme as normas de qualidade fixadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tornando-se adequada para o consumo humano”, conforme explicou o portal EcoDesenvolvimento.
Segundo a empresa que está importando a tecnologia, todo o processo é limpo, sem geração de resíduos, emissão de gases poluentes ou utilização de componentes químicos. “Essa é uma tecnologia nova, que além de levar água potável para pessoas que não têm, é um avanço para a economia verde. O Brasil tem recursos climáticos para levar o mundo inteiro adiante e uma tecnologia dessas é um passo a frente”, contou Penélope Valente, consultora da Solstice.
Levando em conta nossas realidades climáticas, é possível que no país seja captado cerca de 1.500 litros de água potável em oito horas de atividade de cada turbina instalada.
Nem as dimensões continentais do país, com suas variações de umidade, nem as estações climáticas influenciam a produção de água potável, diz Penélope. Ela ainda destaca que a turbina pode ser regulada para gerar mais água ou energia, a depender da necessidade do local.
A ideia é levar o projeto a comunidades isoladas, que ainda precisam de caminhões pipa para serem abastecidas. Até o final do ano, é esperado que as datas e locais que receberão a novidade sejam divulgados.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Siga suas plantas no twitter

Cientistas americanos criam dispositivo que permite aos vegetais mandar mensagens para os donos pela rede social

por Vanessa Vieira

  Divulgação
Parece ficção científica, mas, na realidade, trata-se de uma bela sacada de um time de pesquisadores do Programa de Telecomunicações Interativas da Universidade de Nova York. Quando decidiram colocar plantas no próprio laboratório — para levar um pouco de verde ao ambiente, extremamente high-tech —, perceberam que elas poderiam morrer negligenciadas. “Aí pensamos: e se as plantas pudessem nos avisar sobre suas necessidades?”, diz Rob Faludi, um dos pesquisadores. Foi aí que surgiram os kits BotaniCalls.

Com a ajuda de sensores de umidade instalados nos vasos, o sistema dispara mensagens avisando se os vegetais estão precisando de mais água ou se o dono anda exagerando na dose. Na primeira versão, os sensores enviavam sinais a uma central que gerava uma chamada para o telefone do proprietário da planta. Ao atender, ele ouvia uma mensagem pré-gravada, adequada ao código da necessidade informada pelos sensores. “Dávamos até vozes específicas para cada planta”, diz Faludi. O orégano cubano tinha sotaque latino. Já os cactos, vindos de ambientes inóspitos, tinham um tom sereno e prático.

Agora, os kits já estão na terceira geração e permitem às plantinhas tuitar suas necessidades, que são conferidas pelos donos direto no celular. Vendidos pela internet, custam US$ 99,95. “Sabíamos que esta era uma ideia útil e divertida, mas não imaginávamos que poderia se tornar popular.”


ENTENDA COMO UMA PLANTA É CAPAZ DE TUITAR
André Scatelli
Crédito: André Scatelli

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O futuro de nosso planeta depende de cada um de nós.

Vamos fazer nossa parte para que o nosso planeta possa abrigar nossos filhos, netos, familiares, amigos e até mesmo desconhecidos. Abra sua mente e apartir de hoje faça a diferença e faça com que cada minuto seja o último, pois só assim poderemos ter certeza que não deixaremos para fazer amanhã o que poedemos fazer hoje.

domingo, 15 de maio de 2011

Avião-robô flagra crime ambiental em voo de teste em SP

parelho fez imagens que provaram alteração de margens de rio.
Dono de fazenda e de porto de areia foram multados.

Do G1, com informações do Jornal Nacional
Um avião-robô que ainda está sendo testado pela polícia voltou do primeiro voo com o flagrante de um crime ambiental no interior de São Paulo. Três equipamentos iguais são testados pela Polícia Ambiental em voos experimentais de patrulha. A Polícia Federal também tem um projeto de pequenos aviões não tripulados. O plano é começar em setembro o uso destes equipamentos voadores na fiscalização de fronteiras.
O avião desenvolvido pela Universidade de São Paulo em São Carlos, no interior do estado, tem computador de bordo e um câmera capaz de fazer imagens até durante a noite. Tudo é enviado na hora para uma estação em terra. Funciona com controle remoto e no piloto automático.
"Ele obedece toda marcação que é feita tanto em termos de altitude, longitude e latitude. Então ele consegue determinar pontos específicos onde ele deve fazer fotografia ou onde deve fazer filmagem", disse a pesquisadora Kalinka Castelo Branco, pesquisadora da USP.
O interesse da polícia pelo aparelho cresceu assim que o avião voltou do voo de testes com flagrantes de crimes ambientais. Imagens mostram uma área degradada do rio Mogi-Guaçu, no interior de São Paulo. A comparação com imagens de satélites feitas há oito anos mostra que o rio teve o curso alterado pela ação de dragas.
Os donos de uma fazenda que drenou uma várzea protegida por lei e o dono de um porto de areia foram multados e vão responder por crime contra o meio ambiente.  "A área terá de recuperada por meio de projeto dentro de um prazo que se não for cumprido pode ensejar novas sanções", disse capitão da Polícia Ambiental, Luiz Gustavo Biagioni. "Tecnologia é fundamental para melhorar opadrão de qualidade de seu serviço", disse o comandante da Polícia Militar, coronel Gilmar Ogawa.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Votação do projeto do novo Código Florestal é adiada para esta quarta

Presidente da Câmara, Marco Maia, confirmou pelo Twitter.
Houve acordo em um ponto, mas se mantém impasse sobre reserva legal.

Robson Bonin Do G1, em Brasília
 Líderes partidários reunidos no início da noite desta terça com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), decidiram adiar para a manhã desta quarta (11), em sessão extraordinária a partir das 9h, a votação do projeto do novo Código Florestal, legislação que trata da preservação ambiental em propriedades rurais.
O presidente da Câmara confirmou a informação do adiamento pelo microblog Twitter, logo após o encerramento da reunião dos líderes. A votação foi adiada por falta de acordo entre o relator do texto, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) e o governo em relação à isenção para pequenos produtores da exigência de recomposição áreas de reserva legal em suas propriedades.
Líderes partidários discutem a votação do Código Florestal no gabinete do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) (Foto: Agência Câmara) 
Líderes partidários discutem a votação do Código Florestal no gabinete do presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS) (Foto: Agência Câmara)
"Convocamos uma sessão para amanhã (quarta) de manhã. [Será] uma sessão extraordinária que começará às 9h, e assim que tivemos quórum, vamos iniciar a discussão e votação do Código Florestal", afirmou Marco Maia após a reunião com os líderes. Apesar de a sessão estar marcada para as 9h, devem ser realizadas reuniões de negociação durante o dia.
A votação estava inicialmente marcada para quarta-feira da semana passada, dia 4, mas já havia sido adiada por falta de consenso. Na ocasião, o presidente da Câmara afirmou que o tema seria votado "com ou sem consenso".
Negociações
Nesta terça, mais cedo, depois de sucessivas reuniões para se tentar fechar acordo sobre o novo Código Florestal, o líder do governo na Câmara, deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou que as discussões evoluíram na questão do cultivo em Áreas de Preservação Permanente (APPs), locais mais frágeis (beira de rios, topos de morros e encostas), que devem ter a vegetação original protegida.
Apesar disso, permanecia o impasse sobre a isenção da obrigatoriedade de se recompor a reserva legal em propriedades de até quatro módulos fiscais (que pode variar entre 40 e 100 hectares). A reserva legal é a área de mata nativa dentro da propriedade que deve ser preservada.
O relator da matéria, deputado Aldo Rebelo (PC do B-SP) afirmou que, após acordo com o governo, enviou à Casa Civil uma minuta de seu relatório com alteração em relação à área de preservação permanente. Segundo Rebelo, em relação à reserva legal, o texto não sofreu alteração.
Arte Código Florestal 22h 02/05 (Foto: Editoria de Arte / G1)
"A matéria está madura para ser votada. A Casa já estava convencida de que deveria ser votada. Nao há acordo sobre os quatro módulos. o governo ainda não aceitou, mas durante a noite teremos reuniões e podemos chegar a um acordo", afirmou Rebelo.
Marco Maia disse que os demais deputados serão comunicados sobre o texto já com o acordo firmado entre o relator e o governo.
"Foi a proposta possível para este momento. Há um acordo no conteúdo do Código Florestal, e agora estamos colocando no papel as propostas para os agricultores e os ambientalistas", afirmou Maia.
Oposição critica
Para o deputado ACM Neto (BA), líder do DEM na Câmara, a oposição avaliou a estratégia de se adiar a votação para a manhã desta quarta como resposta da Câmara à falta de capacidade do governo em elaborar um texto de consenso. "O governo foi incompetente ao apresentar o texto do código e, por isso, agora vai ter que disputar em plenário."
Segundo o líder do PSDB, Duarte Nogueira (PSDB-SP), o impasse em torno das propriedades de quatro módulos ocorre porque o governo não concorda com a isenção total das áreas da obrigatoriedade de recompor reserva legal.
Os governistas defendem uma regra intermediária que estipularia a isenção apenas para cooperativas e produtores enquadrados na agricultura familiar.
“A maioria quer votar o texto. O governo é que está com receio de perder na questão dos quatro módulos”, argumentou Nogueira.
Pressões
O próprio relator afirmou na semana passada que não iria ceder às pressões do governo e de entidades ambientalistas, que defendem a obrigatoriedade de recomposição de reserva legal também para a faixa de quatro módulos.
Para Rebelo, recuar na isenção das propriedades de quatro módulos seria “decretar a extinção” dos pequenos produtores, serviço que o relator diz que “não irá fazer”.
O relator citou como exemplo o Nordeste, onde, segundo ele, mais de 50% dos produtores rurais têm até cinco hectares de propriedade. Dentro dessas terras, ainda de acordo com Rebelo, a área de reserva legal e de Área de Preservação Permanente (APP) não somaria 1%.
“Isso significa que eles têm o uso intensivo da terra. Aí você vai empurrar em cima deles 20% de reserva legal e mais 30 metros de cada lado do rio? Então, é melhor decretar que ele está extinto e que a família dele vai ter que morar na periferia das cidades e que a terra dele ao invés de ser uma terra produtiva vai virar uma chácara de lazer de classe média de fim de semana. Se alguém acha que essa é uma solução ambientalmente razoável, ou se alguém acha que é possível, então que faça esse serviço. Esse serviço eu não vou fazer”, afirmou Rebelo.